sábado, 25 de outubro de 2014

Minha derrota, o que me mata aos poucos.



Difícil compreender, chato e angustiante.
Mas sendo sincera, odeio isto, mas não consigo evitar!
Não quero me fazer de vítima, me desculpem se assim pensar.
Mas isto é muito chato e persiste em me machucar.

É esta insegurança estrondosa e manipuladora que não me deixa viver...
Viver em paz!
Pra que tapear, esconder, se isso me aflige e me amedronta.
Só me resta escrever, pois isto me alivia tenção, quanta emoção presa.
Engolindo sapo o dia todo, querendo chorar, prendendo tudo aqui dentro do peito,
querendo fingir que sou forte, mas é aquela garotinha frágil que fala mais alto no fim das brigas, discussões e angustias.

Aquela manteiga derretida de sempre que chora com coisas inúteis, que chora pensando na vida, as dores passadas, as mágoas guardadas, o pranto e as dores guardadas e escondidas.
Caramba, como isto me atrapalha viver, só me faz sofrer.

Por que papai e mamãe?
Por que me criaram debaixo de suas asas?
Tudo bem compreendo e não os julgo, mas tanta superproteção que me deram hoje me sinto incapaz de fazer tudo sozinha, me sinto tão sozinha.
Me ensinaram e me educaram sempre por perto, só fui aprender a andar com minhas próprias pernas agora.
Sou tão imatura, tão ingenua, tão deprimida.
Por terem me criado assim...
De certa forma que hoje me machuca, pois quero atenção, quero carinho o tempo todo.

Tenho medo de ficar só!
Sou capaz de me virar e de fazer tudo sozinha, mas não gosto e não quero.
Odeio ficar sozinha...
Não quero perder vocês.
Não quero perder quem eu amo.
Não quero viver sozinha.

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